Archive for category Pessoa com Deficiência Visual

Crianças com deficiência inventam formas de brincar

Para driblar as deficiências, as atividades são adaptadas

Bruno Molinero

Gabriel Fernandes, 10, é fera no videogame, nem lembra quando perdeu um jogo de corrida pela última vez. Lamiss Taghlebi, 7, adora brincar de escolinha. Fernanda de Souza, 5, é a artilheira no futebol do seu quintal.

Além de craques da brincadeira, os três possuem outra coisa em comum: têm deficiência intelectual e física e andam de cadeira de rodas. “Criança sempre dá um jeito de brincar. Não importam as limitações”, diz Lina Borges, terapeuta ocupacional da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

Para driblar as deficiências, as atividades são adaptadas. No futebol, por exemplo, a bola é mais pesada para que role mais lentamente, e as crianças jogam sentadas no chão.

Há duas semanas, durante o Teleton (evento do SBT que arrecada dinheiro para a AACD), Ivan Fontenelli, 4, andava pra lá e pra cá com seu skate. Com má formação das pernas e dos braços, é com ele que o menino se locomove. “Brinco de futebol, corrida, tudo. Tenho até duas namoradas”, conta baixinho para a mãe não escutar.

No próximo sábado, dia 1º, começa a 3ª Virada Inclusiva, organizada pelo governo de São Paulo em mais de 80 cidades, com lazer e esportes adaptados. Termina em 3/12, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br).

Fonte: Folha de S.Paulo

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Inclusão não rima com solidão

Lançamento do livro de José Pacheco, pela editora Wak.

 

O livro já está a venda e pode ser comprado a partir do site da editora.

Sinopse
Os obstáculos que uma escola encontra, quando aspira a práticas de inclusão, são problemas de relação.

Mas, sempre que um professor se assume individualmente responsável pelos atos do seu coletivo, em espaços de convivencialidade reflexiva, reelabora a sua cultura pessoal e profissional… o professor “inclui-se”.

Fonte : Wak Editora
29/11/2012

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Setenta e sete por cento das pessoas com deficiência acreditam que não têm seus direitos respeitados no país

Deficiente Ciente
28/11/2012

Essa é uma das conclusões da pesquisa “Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”, feita pelo DataSenado com base num cadastro cedido pelo IBDD com 10.273 pessoas com deficiência em todas as regiões do Brasil.

da Redação

A pesquisa ouviu 1.165 pessoas com deficiência entre os dias 28 de outubro e 17 de novembro, sendo 759 deficientes físicos, 170 visuais e 236 auditivos.

De acordo com o resultado da pesquisa, falta atuação mais firme do Estado na prevenção e tratamento oferecidos às pessoas com deficiência. Sessenta e quatro por cento dos entrevistados disseram que a prevenção de doenças que causam deficiência tem sido pouco eficiente. Os deficientes visuais são os que mais se ressentem (76%), seguido pelos deficientes físicos (62%) e pelos auditivos (60%).

A pesquisa mostrou que, para 43% dos entrevistados, a discriminação no ambiente de trabalho ainda é uma realidade. Esse índice sobe para 63% entre os deficientes auditivos, enquanto os deficientes visuais chega a 44%, contra 36% dos deficientes físicos. Para 52% dos pesquisados, a legislação trouxe avanços na inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Mas as dificuldades ainda são sentidas entre os deficientes auditivos (33%), seguidos pelos visuais (20%) e físicos (17%).

Trinta e oito por cento do total dos entrevistados considera o emprego a área que precisa de mais atenção para que a condição de vida das pessoas com deficiência melhore. Em seguida vem saúde (22%), educação (19%), transporte (13%), habitação (5%) e lazer (3%).

A pesquisa foi apresentada e debatida no último dia 8 no Senado Federal, em Brasília, durante o Fórum Senado Debate Brasil pela diretora da Secretaria de Pesquisa e Opinião do Senado Federal, Ana Lúcia Novelli, e pela superintendente do IBDD, Teresa Costa d’Amaral. Você pode ver a íntegra da pesquisa, que inclui ainda opiniões sobre educação, informação, acessibilidade e lazer, nesses dois arquivos:

Apresentação da pesquisa do Senado “Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”
Tabelas dos dados da pesquisa“Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”f

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Pessoas com deficiência que concluíram a faculdade continuam mal aproveitadas no mercado de trabalho brasileiro.

Dos 2,8 milhões de pessoas com deficiência com superior completo apenas 37.103 estavam no mercado formal de trabalho.

da Redação

Concluíram a faculdade e continuam desempregados: O número de pessoas com deficiência que têm ensino superior completo é quase três vezes maior do que as vagas previstas na lei de cotas em São Paulo.

Já no Brasil o Censo do IBGE de 2010 identificou 2.808.878 pessoas com ensino Superior completo (incluindo Mestrado e Doutorado) onde a lei de cotas prevê vagas para 937 mil pessoas. O Ministério do trabalho informou pela RAIS que apenas 306.013 trabalhadores com deficiência estavam com carteira profissional registrada em todo o país naquele ano, e destes 37.103 tinham instrução superior completa.

Baixo índice de formalização: o índice de formalização também chama a atenção: 51,7% para o total de trabalhadores e apenas 1,5% para os trabalhadores com deficiência no país.

Poucos aprendizes com deficiência com carteira registrada: Existe baixíssima presença de aprendizes com deficiência em capacitação para as empresas brasileiras. Apenas 1.142 aprendizes com deficiência constavam entre os 192.959 aprendizes com vínculos trabalhistas no Brasil em 2010.

Estas informações foram apresentadas durante o 5º Encontro Anual do Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão, realizado na quinta-feira passada no auditório do DIEESE – Centro de São Paulo. A apresentação completa está em anexo, junto com a programação do evento.
Agradecemos os 133 participantes, as autoridades presentes, aos organizadores e à direção do DIEESE e da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho, que apoiaram o Encontro.

Fonte: Espaço Cidadania
27/11/2012

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1,5% das pessoas com deficiência têm emprego formal no Brasil

Entre o total de trabalhadores, porém, este índice sobe para 51,7%.

da Redação

Apenas 1,5% das 20,2 milhões de pessoas com deficiência ocupadas trabalham com carteira registrada no Brasil. Já entre o total de trabalhadores este índice sobe para 51,7%. A conclusão se baseia nos dados do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do Ministério do Trabalho, que mostra que naquele ano somente 306.013 pessoas com deficiência tinham trabalho formal.

Essa será uma das discrepâncias que estarão em debate no V Encontro Anual do Espaço da Cidadania, que acontece na quinta-feira, 22, no DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em São Paulo. O encontro é organizado pelo Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão.

O Censo também desmonta a tese de que pessoas com deficiências não teriam nível de escolaridade suficiente para estar no mercado de trabalho. Para cada uma pessoa com deficiência sem alfabetização, há outras três com ensino médio ou superior completo no Estado de São Paulo. “Tais dados serviram para ‘abrir os olhos’ do Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho quando estabelecerem termos de ajustamento de conduta e ações de fiscalização sobre a lei de cotas”, afirma Carlos Aparício Clemente, coordenador do Espaço da Cidadania.

A realidade apontada pelo Censo será confrontada com os dados apresentados em outras bases de dados divulgados pela RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) do Ministério do Trabalho.

O encontro terá como palestrantes: Marta Almeida Gil, Consultora de Inclusão e colaboradora do Programa Incluir do Senai São Paulo; José Carlos do Carmo (Kal), Auditor Fiscal do Trabalho, Coordenador do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência da SRTE/SP; Alexandre Guerra, Economista e Coordenador do Observatório do Trabalho de Osasco e Região; Luis Ribeiro da costa e Daniel T. Ribeiro, da Coordenação de Pesquisas Sindicais do DIEESE; Carlos Aparício Clemente, Coordenador do Espaço da Cidadania e Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e região.

Além da análise das informações, os participantes irão conhecer detalhes da Instrução Normativa nº 98/ 2012, que orienta nova sistemática na fiscalização da Lei de Cotas.

No encontro participarão pessoas com deficiências, entidades especializadas, educadores, sindicatos, empresas e representantes de órgãos públicos, originários de várias cidades paulistas.

Na abertura já confirmaram presença o Superintende Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, José Roberto de Melo; Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Paulo Baldan; a Presidente do DIEESE, Zenaide Honório; entre outros convidados.
Serviço: V Encontro Anual do Espaço da Cidadania
Data:
quinta-feira, 22
Horário: 8h30 às 13h
Local: auditório do DIEESE – r. Aurora, 957 – centro

Fonte: Espaço da Cidadania
22/11/2012

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Quase metade dos municípios não tem acessibilidade na sede da prefeitura

O IBGE constatou que 42,6% dos prédios onde funcionam as administrações municipais não oferecem acessibilidade

da Redação

As pessoas com deficiência física vão encontrar dificuldades de acessibilidade em quase a metade das prefeituras do país. Pesquisa de Informações Básicas Municipais – Perfil dos Municípios, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou que 42,6% dos prédios onde funcionam as administrações municipais não oferecem acessibilidade.

Eles não têm rampas de acesso; equipamentos para deslocamento vertical; sanitário acessível; piso tátil; elevadores com braile e sonorização; telefone público e mobiliário adaptado; pessoal capacitado para atendimento aos deficientes; área especial para embarque e desembarque; sinalização de atendimento prioritário; admissão de cão guia e rampa externa. Apenas uma pequena parcela (3,8% do total) apresentava seis ou mais dos 13 itens citados nos questionários da pesquisa.

O arquiteto do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), Ricardo Moraes, disse que a Constituição Federal de 1988 determina a garantia do direito de ir e vir do cidadão brasileiro, o que “tem a ver com a política urbana e os direitos humanos”. Segundo o arquiteto, não existe um órgão especifico de controle e fiscalização da acessibilidade, e a sua implantação é um dever do Estado, em todos os níveis de poder. Ele declarou ainda que todo órgão público tem a obrigação de promover ações de acessibilidade em suas instalações.

“Já avançamos bastante, muitas municípios já reconhecem um grande contingente de pessoas com deficiência na nossa população. Como as cidades brasileiras já estão construídas, é preciso um programa de adaptação, de eliminação das barreiras, de sinalização, de mudança de paradigmas para permitir o livre acesso, autonomia, independência da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, o que favorece a todos nós”, ressaltou.

A prefeitura é responsável pela centralização de diversos serviços, e seus equipamentos e edificações devem ser inclusivos, permitindo o acesso da população ao seu espaço físico de forma facilitada. A pesquisa constatou que a falta de itens de acessibilidade não era acompanhada por um atendimento especializado, já que somente 316 municípios declararam ter pessoas capacitadas para atendimento ao deficiente.

De acordo com o IBGE, 97 municípios tinham legislação que permitia a entrada de cão-guia em espaços públicos fechados. Apenas 290 prefeituras (5,2%) liberavam o acesso a pessoas acompanhadas de cão-guia, apesar do disposto na Lei nº 11.126/2005 que determina o direito do deficiente visual de ingressar e permanecer em espaços de uso coletivo acompanhado de um cão-guia.

Segundo a gerente da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Vânia Pacheco, “nós ainda temos, mesmo nas grandes cidades, que estão um pouco mais preocupadas com isso [a questão da acessibilidade], uma problemas muito grande, como as calçadas esburacadas, a falta de rampa e de sinal especializado”, declarou a gerente.

Fonte: Agência Brasil
Rio de Janeiro, 22/11/2012

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Ser Diferente é Normal 2012 premia pessoas e organizações que lutam pela inclusão

O evento aconteceu no Espaço Ribalta, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro e contou com a presença da cantora Preta Gil, madrinha da campanha.

da Redação

Música, sorrisos e muita animação. A noite de terça-feira, 13/11, foi especial para todos os parceiros e colaboradores do Instituto Meta Social. A organização, criada há 19 anos por Helena Werneck, promoveu a nona edição do Ser Diferente É Normal. O evento, que aconteceu no Espaço Ribalta, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, contou com a presença da cantora Preta Gil.

Helena abriu a programação agradecendo a todos os parceiros. A arquiteta ressaltou que uma das frentes de trabalho do Meta Social é fortalecer as parcerias e trabalhar em conjunto com outras instituições que também lutam por uma sociedade mais justa e inclusiva. Ela citou e agradeceu parceiros como o Movimento Down, as Organizações Globo e a agência Giovanni + Draftfcb.

Preta, madrinha da campanha junto com seu pai, o cantor Gilberto Gil, se disse muito emocionada em participar do evento. ‘’Eu estou muito feliz de participar dessa noite, pois eu sou contra qualquer tipo de preconceito. É uma honra ser madrinha dessa campanha”. A cantora também disse ter se divertido muito na gravação do clipe. “Aprendi muito com a Paulinha, aprendi a dançar e até a cantar. Ela me corrigia quando eu cantava errado alguma parte da letra”.

Paulinha, ou Paula Werneck, filha da criadora do Meta Social e uma das estrelas da campanha, também estava emocionada. “Eu estou muito feliz de estar aqui hoje no Ser diferente é normal com vocês e com a minha Pretinha’’, disse a jovem de 25 anos, também integrante do Movimento Down, arrancando aplausos da plateia.

A noite, que celebrou os resultados alcançados no último ano na luta por uma sociedade mais justa e homenageou colaboradores e profissionais que se destacaram na promoção da inclusão, foi encerrada pela Escola de Samba Embaixadores da Alegria. A escola, composta por pessoas com diversos tipos de deficiência, fez uma apresentação da música Ser diferente é Normal.

Confira abaixo a lista de todos os homenageados:

Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro

Ronald Ázaro – secretário de Turismo

Novos projetos e estudos voltados para melhora da acessibilidade nas áreas turísticas

Sebrae/RJ

Dr. Jésus Mendes Costa – presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RJ

Dr. Cesar Vasques – Diretor Superintendente do Sebrae/RJ

Sebrae/RJ – Empresa parceira no estudo e desenvolvimento de empreendedorismo com jovens e adultos com deficiência.

Ribalta

Pasquale Mauro – presidente do Grupo Ribalta

Empresa parceira e apoadora das ações da campanha “Ser Diferente é Normal”

Agência de propaganda Giovanni + Draftfcb, Rio de Janeiro

Gustavo Oliveira – Vice-presidente de Operações

A agencia Giovanni é parceria do instituto MetaSocial desde 2000 e criou todos os projetos e mídias da campanha Ser Diferente é Normal, criada por Cristina Amorin e Adilson Xavier, ex- presidente da agência.

Rede Globo – CGCOM

Luis Erlanger – diretor da Central Globo de Comunicação

Jornalista, executivo responsável pelas estratégias de comunicação institucional e temas de responsabilidade social da Rede Globo. A Globo apoia a campanha Ser Diferente é Normal através de veiculações nacionais e internacionais desde 1996.

Compositores – música ” Ser Diferente é Normal”

Adilson Xavier – publicitário, escritor, ex-presidente da agência Giovanni e criador da campanha Ser Diferente é Normal.

Vinicius Castro – cantor e compositor com músicas em diversos repertórios de cantores, criador do projeto som na sala.

Comitê Paraolímpico Brasileiro

Andrew Parsons – presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro

Chefiou diversas delegações brasileiras em campeonatos abertos, parapan-americanos, mundiais e jogos paraolímpicos. Recebeu prêmio do comitê internacional pelo fiar play demonstrado durante os jogos de Atenas-2004.

Secretaria-geral da Presidência da República

Dra. Lais de Figueiredo Lopes – assessora especial da secretária da presidência da república

Advogada mestrada em direito , ex-integrante do Conade, participa das comissões dos direitos das pessoas com deficiência e dos direitos do terceiro setor, participou das sessões do comitê da ONU que elaborou a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência.

SNPD – Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência

José Antonio Ferreira – sec. Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Vem do movimento social das pessoas com deficiência, foi gestor de políticas públicas, é vice-presidente do Condade.

Programa senado inclusivo

Monica Freitas – pres. do Programa de Acessibilidade e Valorização da Pessoa com Deficiência do Senado Federal – Senado Inclusivo

É um programa de inclusão social do senado federal de informação, serviços e adaptação dos espaços públicos e privados acessíveis às pessoas com deficiência.

Politicas Públicas – ações

Senador Lindbergh Farias – programa Viver sem Limites do Governo Federal

Deputado federal Romário – programas de atendimento das pessoas com deficiência

Vereador Tio Carlos – ações juntos as crianças e apoiador da campanha Ser Diferente é Normal

Educação – escola Carolina Patrício

Professora Noemi Simões – Diretora geral da escola Carolina Patrício

Com sua metodologia de ensino diferenciada e equipe gabaritada, a escola foi uma das primeira do Rio de Janeiro a acreditar no potencial educacional das pessoas com síndrome de Down.

RjDown – grupo virtual de apoio às famílias

Patricia Almeida – fundadora do grupo RJDown

Jornalista, ativista dos direitos das pessoas com deficiência, criadora e moderadora dos grupos de discussão na internet, DFDown e RJDown. Participou no processo de ratificação da Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e coordenou os esforços para a instituição do Dia Internacional da Síndrome de Down em 193 paises da ONU.

Grupo HappyDown e associação das voluntárias do hospital infantil Darcy Vargas/SP

Andrea Barbi , Audrey Bósio – coordenam o grupo de pais HappyDown, que produz a cada ano um belo calendário com renda revertida para a associação da voluntárias do hospital.

Jane Lopes e Ermida Wagner- representantes da Associação das Voluntárias do hospital infantil Darcy Vargas/SP.

Rubens Emirick – coordenador grupo Teatro Novo

O grupo Teatro Novo é formavo em grande parte por jovens com síndrome de Down. Desenvolve uma oficina de teatro e espetáculos para estimular uma nova consciência a respeito da sindrome de Down.

Preta Gil – Madrinha da campanha Ser Diferente é Normal.

Fonte: Movimento Down
21/11/2012

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Um faz de contas de verdade

 

A coleção Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo, do fisioterapeuta Cristiano Refosco, está longe de ser um faz de conta. Cada vez mais, encontramos Brancas Cegas de Neve, Chapeuzinhos das Cadeiras de Rodas Vermelhas e Aladowns que encantam e procuram ter um final feliz. A tarefa não é fácil, visto que a inclusão ainda engatinha. O tema é tão presente e tem se popularizado que os 11 livros ficaram esgotados, tamanho o assédio na sessão de autógrafos.

Cristiano autografando seus livros, tendo a seu lado a Branca Cega de Neve

As histórias não foram elaboradas em um momento de inspiração. Cristiano trabalha no Centro de Integração da Criança Especial e teve que incluir as histórias nas ocasiões mais dolorosas para os pequenos: o início da fisioterapia. “Para distraí-las eu comecei a contar as histórias que povoam a imaginação de cada criança, mostrando que existe aquele João, o do pé de feijão, que não tinha braços, e a Chapeuzinho usava uma cadeira de rodas”, relembra.

Esse cuidado oferece às crianças que possuem alguma deficiência vislumbrarem a sua realidade com um toque de magia. O objetivo principal da coleção é se tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar.

A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias.

As crianças que se aproximavam de Cristiano, na realidade, queriam, principalmente, ficar próximas a uma das princesas mais populares, a Branca Cega de Neve. O personagem foi interpretado pela Miss Deficiência Visual do Rio Grande do Sul 2012 e 1ª princesa na final brasileira, Mirian Antunes de Mello. A jovem, que mora com sua irmã – também cega – e estuda pedagogia, celebra a iniciativa de Refosco. Ela considera fundamental esse tipo de publicação, pois o preconceito e a dificuldade de aceitação é muito grande. “Nossa deficiência é aparente, mas muitas pessoas têm um problema maior que é a deficiência de coração”, define.

Fonte:Journal Petit Enfant

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Curso de audiodescrição na Fundação Dorina: de 26 a 30 de novembro

De 26 a 30/11/12: segunda, terça e quinta-feira das 8h30 às 17h30, quarta-feira das 8h30 às12h30, sexta-feira das 8h30 às 15h30.

Objetivo: Formar profissionais para atuar e desenvolver audiodescrição em produtos culturais e de comunicação, resultando na inclusão cultural das pessoas com deficiência visual.

Público-alvo: Tradutores, editores, comunicólogos, jornalistas, produtores culturais, cineastas, atores, professores e interessados em geral.

Carga horária: 40 horas.

Investimento: R$ 530,00 por pessoa e R$ 450,00 para estudantes com comprovante.

Conteúdo:

  • A pessoa com deficiência visual – público alvo da audiodescrição
  • Audiodescrição – histórico, desenvolvimento e legislação no Brasil
  • Linguagem Descritiva – aula prática e teórica
  • Audiodescrição em programas de TV, cinema e publicidade
  • Audiodescrição de Imagens em Exposições, livros, gibis
  • Audiodescrição em eventos presenciais – eventos comemorativos, espetáculos e palestras ou conferências
  • Avaliações de trabalhos práticos com o grupo de avaliação em audiodescrição.

Coordenadora do Curso: Viviane Panelli Sarraf.

Docência: Viviane Sarraf, profissionais da Fundação Dorina Nowill e convidados especiais.

- Todos os participantes receberão certificado e apostila exclusiva do curso.

- A Fundação Dorina Nowill para Cegos se reserva no direito de cancelar o curso com até 3 dias de antecedência caso a quantidade mínima de vagas não seja preenchida.

- Em caso de desistência do aluno, o reembolso será de 70% do valor pago.

- Até a data de início do curso o aluno deverá ter efetuado o pagamento.

Mais informações: cursos@fundacaodorina.org.br ou Ligue (11) 5087- 0981.

Para se inscrever no curso, preencha o formulário em http://www.fundacaodorina.org.br/o-que-fazemos/cursos-e-palestras/curso.php?id=5.

Fonte: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2012/11/curso-de-audiodescricao-na-fundacao.html#more

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PL quer preferência de vagas para deficientes

Crianças com necessidades especiais múltiplas poderão ter preferência na reserva de vagas em creches e escolas da rede pública de ensino em Presidente Prudente.

da Redação

O projeto de lei (PL) 709/15, que dispõe sobre esta proposta é de autoria dos vereadores Alba Lucena Fernandes Gandia (PTB) e Izaque José da Silva (PSDB), e foi apreciado em primeira discussão, anteontem, em sessão ordinária realizada pela 15a Legislatura da Câmara Municipal.

A intenção dos parlamentares é promover “ações afirmativas que promovam a inclusão” destes estudantes. Segundo a parlamentar que também preside a casa de leis, várias mães de crianças deficientes já a procuraram pedindo que uma providência desta natureza fosse tomada. Conta que já teve até que encaminhar alguns casos à Promotoria. “Daí nasceu a necessidade de criar vagas prioritárias para estes pequenos”, relata.

No PL, os legisladores pontuam que, uma vez em vigor, a reserva deve ser feita sob comprovação documental, atestando as reais necessidades das crianças ou requerentes.

Fonte: Jornal O Imparcial
Presidente Prudente – SP, 07/11/2012

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