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3ª Virada Inclusiva envolve população paulista e chama atenção para o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Atrações em 80 locais espalhados pelo estado e mais de 800 atrações e população em três dias de evento

da Redação

São Paulo foi tomado por uma festa em prol da inclusão. De 01 a 03 de dezembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência realizou a 3º Virada Inclusiva, evento que acontece desde 2010, para festejar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado mundialmente em 3 de dezembro.

Na manhã do último sábado, 1º de dezembro, aconteceu a abertura da 3ª Virada Inclusiva na Praça Oswaldo Cruz, no bairro do Paraíso, em São Paulo. O evento se estendeu por todo o final de semana e passou por 80 municípios do estado de São Paulo com mais de 800 atividades culturais para pessoas com e sem deficiência.

Em seu primeiro dia, a Virada reuniu cerca de 300 pessoas em sua abertura, que foi acompanhada pela apresentação do Bloco Carnavalesco Filhos da Santa, formado na região do bairro Santa Cecília, centro de São Paulo, desde 2009.
Eduardo Kenji, que faz parte da Organização de Projetos Sociais do Bloco, falou sobre a importância da Virada Inclusiva e sobre a participação dos Filhos da Santa. “Um evento como esse é sempre muito importante para chamar a atenção da sociedade, para dar visibilidade para as pessoas com deficiência que, normalmente, não conseguem ocupar os espaços justamente porque falta acessibilidade.”

Na cerimônia de abertura, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, enfatizou a importância da inclusão das pessoas com deficiência no mundo cultural e artístico e se mostrou muito animada com o início do terceiro evento desse porte.
“Queria agradecer a todos que colaboraram de forma muito expressiva para que pudéssemos, este ano, organizar 800 atividades, construindo de forma muito sinérgica o conceito de inclusão social, esse conceito que ajuda no avanço do processo civilizatório, no respeito aos direitos de todos os humanos”.
A Secretária apresentou uma informação nova a todos os presentes, no próximo ano o evento será latino-americano, “Vamos fazer da Virada Inclusiva um evento internacional, agregando Chile, Argentina e México nesse grande movimento, que significa direitos para todos os humanos, construindo uma sociedade a partir da diversidade, a partir do respeito às particularidades, mas sabendo que a força da modernidade, a força da inovação, reside no respeito à diversidade humana”.

Além da Secretária, estiveram presentes na cerimônia de abertura, o Secretário Adjunto, Marco Antonio Pellegrini, o Chefe de Gabinete, Alexandre Artur Perroni, o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, e o representante do Movimento Superação, Billy Saga.

Após a abertura, a avenida Paulista foi tomada por centenas de pessoas para a tradicional passeata liderada pelo Movimento Superação. A passeata visa à sensibilização da sociedade em relação aos direitos e protagonismo das pessoas com deficiência. O evento ocorre há nove anos em São Paulo e nos últimos anos vem se incorporando à Virada Inclusiva, sedimentando a movimentação pela inclusão social das pessoas com deficiência.

Homenagem à Frida Kahlo
A Virada Inclusiva abriu a mostra em homenagem a Frida Kahl no sábado, 1º/12, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.

Os painéis marcantes mostram a presença de Frida Kahlo, que introduz a luta de uma mulher vitimada pela poliomielite em momento de transformações sociais no México. Viveu Intensamente as alegrias e as dores de seu tempo tornando-se ícone da sua cultura, de seu povo e do mundo. A homenagem à artista contou com a presença da Secretária de Estado, Dra. Linamara e do Cônsul do México para Assuntos Culturais, Fernando de la Torre Gorráez. Os painéis de Frida Kahlo permanecem em exposição no Conjunto Nacional, na avenida Paulista até sexta, 7/12.

Arte andante nas ruas de São Paulo
Durante a tarde do mesmo sábado, primeiro dia de Virada, uma das atividades realizadas foi o Walking Gallery, que percorreu as calçadas da Rua Oscar Freire, até chegar à Alameda Casa Branca.

A ideia do movimento cultural Walking Gallery é propor um novo formato de exibição de arte. Idealizado há três anos pelo arquiteto e artista catalão José Puig, o primeiro Walking Gallery (WG) foi em Barcelona na Espanha. Hoje a marcha artística já se espalha por cidades como Londres. São Miguel Allende (México), Montevideo e Buenos Aires, além de seis cidades espanholas.

Em São Paulo, a coordenadora do Walking Gallery é Ana Rosa Colhado e desde que iniciou a atividade na capital, é a primeira vez que promove atividade com exposição de arte de pessoas com deficiência.

“Estou surpresa e encantada. Anteriormente atuei com organizações como a Ashoka, mas nunca antes com artistas com deficiência, estou impressionada com a participação e energia dos participantes”, destaca.

Entre os participantes estava Marc Aoki Ito, um jovem de 27 anos, com distrofia muscular e feliz com sua primeira exposição com arte elaborada em Killing (rolinhos de papel dobrados e colados formando figuras). “É a primeira exposição, mas terceira peça que produzo”, explicou orgulhoso. Ele seguiu junto com a Walking Gallery desde a estação Sumaré do metrô, ao longo da rua Oscar Freire, enchendo os olhares dos transeuntes de curiosidade e surpresa, pela cor e vida da “galeria andante”.

Tarantella Inclusiva
Uma das atividades que marcaram a Virada foi a Tarantella Inclusiva, apresentada no “Arsenal da Esperança”, no bairro da Móoca, no domingo, dia 2, graças ao apoio do Consulado Geral da Itália em São Paulo, do Instituto Italiano de Cultura e do Arsenal, que cedeu o espaço onde o Grupo Nostra Itália dançou, interagindo com os presentes.

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência foi representada pela Assessora de Relações Internacionais, Ana Lúcia Segamarchi.

A ação contou com apoio e presença das seguintes autoridades: o Ministro Plenipotenciário e Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Mauro Marsili; o Diretor do Instituto Italiano de Cultura, Attilio de Gásperis; a Diretora Adjunta do Instituto Italiano de Cultura, Lívia Raponi e o Diretor do Arsenal da Esperança, Gianfranco Mellino.

Unidade Móvel do Procon SP
O Procon de São Paulo esteve presente na Virada em uma unidade móvel, estacionada no Parque do Ibirapuera durante o fim de semana para atendimento à população com emissão de CIP ao Fornecedor (Carta de Informações Preliminares), orientações e distribuição de material educativo.

Quem caminhava, patinava ou pedalava pelo Parque Ibirapuera na tarde ensolarada de sábado não imaginava que poderia unir o “útil ao agradável”, interrompendo um minutinho o passeio de sábado e recuperando, muitas vezes, as noites de sono, afinal, quem nunca teve insônia ao pensar no acúmulo de dívidas ou problemas cotidianos?

Para dar um alento, ou, concretamente, dar início ao atendimento, a Fundação Procon, tradicional parceira da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, também participou da Virada Inclusiva e somente no sábado, 1º/12 prestou cerca de 40 atendimentos, segundo o supervisor de plantão Ericsson Valadares de Castro, que atuou com equipe de 13 pessoas.

“Desses 40, pelo menos oito já temos boas perspectivas de negociação com a empresa credora”, destacou, acrescentando que a expectativa de atendimento nos dois dias era de cerca de 100 pessoas, com e sem deficiência.

“Em geral, atendemos casos relacionados a telefonia, banco e plano de saúde. Mas também orientamos sobre o uso do 13º salário e sobre procedimentos para matrículas em escolas, basta ligar no telefone 151”, afirmou.

Apresentação do envelhecimento
A peça “Meu Corpo Pulsa” apresentou-se na manhã de segunda-feira (3), na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Os atores são membros do Serviço de Apoio ao Envelhecimento da APAE de São Paulo.

O coordenador da apresentação, José Geraldo dos Santos, explica que o grupo de apoio atende pessoas com deficiência intelectual em processo de envelhecimento, acima dos 30 anos de idade. Segundo ele, o objetivo do serviço é voltado para a saúde, assim como a interação social.
Sobre a peça teatral, José Geraldo informa acerca dos recursos utilizados durante a encenação. “No espetáculo fazemos atividades voltadas para os cinco sentidos”. Em “Meu Corpo Pulsa”, a audição e o visual foram potencializados no palco.

Cortejo de bonecos
Os bonecos gigantes da APAE de São Paulo desfilaram do terminal Barra Funda até a entrada da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, nesta segunda-feira (3), com figuras produzidas pelos membros da associação.

Renato Santos, um dos coordenadores da APAE, afirma que as criações são da área socioeducativa da entidade e conta acerca do objetivo das alegorias. “A ideia é trabalhar a arte, como forma de potencializar a pessoa com deficiência intelectual”, argumenta.

De acordo com Santos, as atrações artísticas possuem um valor social. “Por meio da arte e da cultura é possível promover a inclusão dessas pessoas”.
A aparência dos bonecos, com altura equivalente a aproximadamente três pessoas e com diversas cores, são uma homenagem ao aniversário de 100 anos do cantor e compositor pernambucano Luíz Gonzaga.

Encerramento da Virada Inclusiva com atrações culturais no Memorial da América Latina
A Virada Inclusiva chegou ao fim nesta segunda, 03 de dezembro, no auditório Simon Bolivar, no Memorial da América Latina.

A agitação dos três dias teve o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a inclusão de pessoas com deficiência em todas as atividades culturais.
Durante o encerramento, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, falou sobre a alegria e participação nesses três dias de festa. “Estivemos na maior parte do tempo nas ruas, onde tivemos uma grande oportunidade de agregar novos parceiros e fazer com que as pessoas possam entender o valor da acessibilidade e inclusão dentro da sociedade”, ressaltou.

A Secretária falou também sobre a apresentação da Cia de Ballet de Cegos, que foi uma das atrações do encerramento. “Nada poderia ser mais inclusivo do que o ballet das meninas cegas. O ballet finaliza com a máxima do potencial das pessoas, e dentro dessa lógica de arte, que nos encanta,de forma tão expressiva”.

Ballet inclusivo apresenta grupo de bailarinas cegas
Durante o encerramento da Virada Inclusiva, a Cia de Ballet de Cegos Fernanda Bianchini apresentou dois números clássicos: a Danças das Fadas e o clássico de Natal, “O Quebra Nozes”.

Fernanda Bianchini, idealizadora da Cia esteve presente e falou sobre a expectativa em relação a apresentação. “O dia de hoje é importante para que os aplausos venham pela qualidade da apresentação. Uma das coreografias apresentadas no encerramento da Virada foi a exibida na cerimônia das Paralimpíadas de Londres.

Alta gastronomia a preços populares marcou encerramento da Virada
A preços populares, três renomados chefs da cidade de São Paulo, serviram seus requintados pratos. A proposta foi unir elementos característicos do cotidiano da capital paulista: bons cozinheiros e boa comida.

Os chefs Deepali Bavaskar, da Samosa & Company Indian Food; Flavia Spielkamp, da Aya Cuisine; e Hugo Delgado, de O restaurateur do Obá serviram deliciosas guloseimas a quem prestigiou a Virada Inclusiva 2012.

Fonte: Pessoa com deficiência
07/12/2012

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Prefeito inaugura primeiro Centro Dia de Referência da Pessoa com Deficiência

O local servirá para acolher pessoas com deficiência, enquanto seus familiares trabalham e se dedicam a outras atividades.

Nesta terça-feira (4), o Prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, inaugurou o primeiro Centro Dia de Referência da Pessoa com Deficiência de João Pessoa, no Bairro dos Estados. O local servirá para acolher pessoas com deficiência enquanto seus familiares trabalham e se dedicam a outras atividades. Já existem 20 usuários cadastrados para essa primeira fase de atendimento. A solenidade contou a presença da ministra do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello.

Resultado de uma parceria entre os governos municipal e federal, o Centro é o primeiro do Nordeste a ser inaugurado. De acordo com o prefeito, o novo aparelho é um entendimento inovador para suprir as necessidades das pessoas com deficiência. “Temos uma política de assistência bem estruturada, o que nos levou a ser pioneiros neste serviço, dentro da região Nordeste. O Centro é um local adequado aos cuidados dos deficientes”, argumentou.

A equipe multidisciplinar do Centro Dia é composta por 12 cuidadores, um assistente social, um psicólogo, um terapeuta ocupacional e um coordenador. Para ter acesso ao serviço, o cidadão deve procurar o Centro de Referência Especial de Assistência Social (Creas) do Bairro dos Ipês, localizado na Rua Deputado José Rezende, 198. A equipe vai avaliar a necessidade de atendimento e fazer uma triagem dos usuários, que poderão ficar no local durante todo o dia, sete dias da semana.

Inovação
A ministra do MDS, Tereza Campello, destacou a novidade que o Centro representa. “É um equipamento que não existia e nem era financiado pelo MDS. Com tamanha demanda das pessoas com deficiência, o Centro simboliza a esperança de que podemos levar equipamentos como este a diversas localidades do Brasil”, disse.

O secretário de Desenvolvimento Social (Sedes), da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), Antônio Jácome, ressaltou que a novidade dos serviços oferecidos Centro Dia mudará a rotina dos usuários. “As pessoas com deficiência são dependentes de seus parentes. Vamos ampliar a oferta de serviços e teremos, ainda, a possibilidade de incrementar nosso atendimento de média complexidade. É nossa missão implementar políticas públicas para pessoas em condição de vulnerabilidade”, destacou.

Usuários satisfeitos
A novidade que o Centro Dia de Referência da Pessoa com Deficiência representa para o poder público também empolga os usuários. A dona de casa Maria das Graças Viegas não escondeu a satisfação durante a solenidade de inauguração. Segundo ela, agora terá a oportunidade de realizar trabalhos fora de casa. “Eu vivo para a minha filha, que é deficiente. Com o Centro, poderei deixá-la aqui e fazer trabalhos fora de casa”, comemorou.

A empregada doméstica Leila dos Santos também comemora a oportunidade de ter um local especializado para deixar sua filha de 8 anos – e, principalmente, de saber que ela será bem assistida. “Vai facilitar muito a minha vida, pois sempre tenho que deixá-la com parentes para poder trabalhar. Agora não terei mais preocupação, porque sei que ela será cuidada por profissionais”, disse.

Fonte: PBJA João Pessoa – PB

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Justiça Federal manda CRMV nomear deficiente aprovado em concurso público

Com paralisia nos membros inferiores, veterinário foi aprovado em primeiro lugar na lista reservada a pessoas com deficiência; desde 2009 o CRMV vinha ignorando legislação.

da Redação

A pedido do Ministério Público Federal em Jales, a Justiça Federal determinou, em caráter liminar, a imediata nomeação, posse e investidura de João Paulo Fernando Buosi no cargo de médico veterinário do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CRMV). A decisão vale também para outros candidatos aprovados na lista dos portadores de necessidades especiais que tenham sido preteridos em sua ordem de classificação em virtude da deficiência da qual são portadores.

A ação civil pública com pedido de antecipação de tutela movida contra o CRMV, de autoria do procurador da República Thiago Lacerda Nobre, foi ajuizada inicialmente na Justiça Federal em Jales, em setembro de 2011. Mas em agosto último, quase um ano após o ajuizamento da ação, portanto, o Juízo em Jales se declarou incompetente para julgar o caso e o processo foi então redistribuído para a 9ª Vara Federal Cível de São Paulo. No dia 8 de novembro, o pedido do MPF começou a ser analisado na nova Vara. A antecipação da tutela com a determinação para que João Paulo Fernando Buosi seja nomeado de imediato é do dia 28 de novembro.

Por ocasião do declínio de competência, ainda na 1ª Vara Federal em Jales, o MPF chegou a se manifestar de forma contrária à redistribuição do processo, mas registrou que esperava que, na nova Vara, o caso fosse julgado com mais rapidez. “O Ministério Público Federal , embora não concorde com o teor da decisão, deixa de interpor recurso, desejando que o feito, impregnado de extrema relevância social, tenha melhor sorte e celeridade no juízo para o qual for remetido”, frisou Nobre.

João Paulo Fernando Buosi viu seu nome ser preterido no concurso sob o argumento de que a paralisia nos membros inferiores o impediria de exercer o emprego para o qual se candidatou.( O caso vem sendo acompanhado desde 2009 pelo Ministério Público Federal em Jales, que chegou a expedir duas recomendações para que o candidato fosse submetido a perícias médicas com o cumprimento das exigências legais. Mas, mesmo com os pareceres favoráveis das juntas médicas, que consideram-no apto a realizar trabalho interno e externo com apenas uma restrição – visitação a fazendas ou locais de terra em dias chuvosos e restrição a visitação de locais de difícil acesso –, sua nomeação não aconteceu, o que levou o MPF a tomar as medidas judiciais cabíveis.

“É com muita satisfação que recebemos esta decisão. Trata-se da correção de uma grande injustiça com todos os deficientes físicos que prestaram o concurso e foram preteridos sem justificativa. Além disso, é uma grande vitória para o João Paulo, aprovado em primeiro lugar e em outros concursos públicos, após mais de dois anos de um verdadeiro calvário”, encerra Nobre.

Fonte: Procuradoria da República Federal
05/12/2012

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Crianças com deficiência inventam formas de brincar

Para driblar as deficiências, as atividades são adaptadas

Bruno Molinero

Gabriel Fernandes, 10, é fera no videogame, nem lembra quando perdeu um jogo de corrida pela última vez. Lamiss Taghlebi, 7, adora brincar de escolinha. Fernanda de Souza, 5, é a artilheira no futebol do seu quintal.

Além de craques da brincadeira, os três possuem outra coisa em comum: têm deficiência intelectual e física e andam de cadeira de rodas. “Criança sempre dá um jeito de brincar. Não importam as limitações”, diz Lina Borges, terapeuta ocupacional da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

Para driblar as deficiências, as atividades são adaptadas. No futebol, por exemplo, a bola é mais pesada para que role mais lentamente, e as crianças jogam sentadas no chão.

Há duas semanas, durante o Teleton (evento do SBT que arrecada dinheiro para a AACD), Ivan Fontenelli, 4, andava pra lá e pra cá com seu skate. Com má formação das pernas e dos braços, é com ele que o menino se locomove. “Brinco de futebol, corrida, tudo. Tenho até duas namoradas”, conta baixinho para a mãe não escutar.

No próximo sábado, dia 1º, começa a 3ª Virada Inclusiva, organizada pelo governo de São Paulo em mais de 80 cidades, com lazer e esportes adaptados. Termina em 3/12, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br).

Fonte: Folha de S.Paulo

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Inclusão não rima com solidão

Lançamento do livro de José Pacheco, pela editora Wak.

 

O livro já está a venda e pode ser comprado a partir do site da editora.

Sinopse
Os obstáculos que uma escola encontra, quando aspira a práticas de inclusão, são problemas de relação.

Mas, sempre que um professor se assume individualmente responsável pelos atos do seu coletivo, em espaços de convivencialidade reflexiva, reelabora a sua cultura pessoal e profissional… o professor “inclui-se”.

Fonte : Wak Editora
29/11/2012

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Setenta e sete por cento das pessoas com deficiência acreditam que não têm seus direitos respeitados no país

Deficiente Ciente
28/11/2012

Essa é uma das conclusões da pesquisa “Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”, feita pelo DataSenado com base num cadastro cedido pelo IBDD com 10.273 pessoas com deficiência em todas as regiões do Brasil.

da Redação

A pesquisa ouviu 1.165 pessoas com deficiência entre os dias 28 de outubro e 17 de novembro, sendo 759 deficientes físicos, 170 visuais e 236 auditivos.

De acordo com o resultado da pesquisa, falta atuação mais firme do Estado na prevenção e tratamento oferecidos às pessoas com deficiência. Sessenta e quatro por cento dos entrevistados disseram que a prevenção de doenças que causam deficiência tem sido pouco eficiente. Os deficientes visuais são os que mais se ressentem (76%), seguido pelos deficientes físicos (62%) e pelos auditivos (60%).

A pesquisa mostrou que, para 43% dos entrevistados, a discriminação no ambiente de trabalho ainda é uma realidade. Esse índice sobe para 63% entre os deficientes auditivos, enquanto os deficientes visuais chega a 44%, contra 36% dos deficientes físicos. Para 52% dos pesquisados, a legislação trouxe avanços na inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Mas as dificuldades ainda são sentidas entre os deficientes auditivos (33%), seguidos pelos visuais (20%) e físicos (17%).

Trinta e oito por cento do total dos entrevistados considera o emprego a área que precisa de mais atenção para que a condição de vida das pessoas com deficiência melhore. Em seguida vem saúde (22%), educação (19%), transporte (13%), habitação (5%) e lazer (3%).

A pesquisa foi apresentada e debatida no último dia 8 no Senado Federal, em Brasília, durante o Fórum Senado Debate Brasil pela diretora da Secretaria de Pesquisa e Opinião do Senado Federal, Ana Lúcia Novelli, e pela superintendente do IBDD, Teresa Costa d’Amaral. Você pode ver a íntegra da pesquisa, que inclui ainda opiniões sobre educação, informação, acessibilidade e lazer, nesses dois arquivos:

Apresentação da pesquisa do Senado “Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”
Tabelas dos dados da pesquisa“Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil”f

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Pessoas com deficiência que concluíram a faculdade continuam mal aproveitadas no mercado de trabalho brasileiro.

Dos 2,8 milhões de pessoas com deficiência com superior completo apenas 37.103 estavam no mercado formal de trabalho.

da Redação

Concluíram a faculdade e continuam desempregados: O número de pessoas com deficiência que têm ensino superior completo é quase três vezes maior do que as vagas previstas na lei de cotas em São Paulo.

Já no Brasil o Censo do IBGE de 2010 identificou 2.808.878 pessoas com ensino Superior completo (incluindo Mestrado e Doutorado) onde a lei de cotas prevê vagas para 937 mil pessoas. O Ministério do trabalho informou pela RAIS que apenas 306.013 trabalhadores com deficiência estavam com carteira profissional registrada em todo o país naquele ano, e destes 37.103 tinham instrução superior completa.

Baixo índice de formalização: o índice de formalização também chama a atenção: 51,7% para o total de trabalhadores e apenas 1,5% para os trabalhadores com deficiência no país.

Poucos aprendizes com deficiência com carteira registrada: Existe baixíssima presença de aprendizes com deficiência em capacitação para as empresas brasileiras. Apenas 1.142 aprendizes com deficiência constavam entre os 192.959 aprendizes com vínculos trabalhistas no Brasil em 2010.

Estas informações foram apresentadas durante o 5º Encontro Anual do Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão, realizado na quinta-feira passada no auditório do DIEESE – Centro de São Paulo. A apresentação completa está em anexo, junto com a programação do evento.
Agradecemos os 133 participantes, as autoridades presentes, aos organizadores e à direção do DIEESE e da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho, que apoiaram o Encontro.

Fonte: Espaço Cidadania
27/11/2012

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1,5% das pessoas com deficiência têm emprego formal no Brasil

Entre o total de trabalhadores, porém, este índice sobe para 51,7%.

da Redação

Apenas 1,5% das 20,2 milhões de pessoas com deficiência ocupadas trabalham com carteira registrada no Brasil. Já entre o total de trabalhadores este índice sobe para 51,7%. A conclusão se baseia nos dados do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do Ministério do Trabalho, que mostra que naquele ano somente 306.013 pessoas com deficiência tinham trabalho formal.

Essa será uma das discrepâncias que estarão em debate no V Encontro Anual do Espaço da Cidadania, que acontece na quinta-feira, 22, no DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em São Paulo. O encontro é organizado pelo Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão.

O Censo também desmonta a tese de que pessoas com deficiências não teriam nível de escolaridade suficiente para estar no mercado de trabalho. Para cada uma pessoa com deficiência sem alfabetização, há outras três com ensino médio ou superior completo no Estado de São Paulo. “Tais dados serviram para ‘abrir os olhos’ do Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho quando estabelecerem termos de ajustamento de conduta e ações de fiscalização sobre a lei de cotas”, afirma Carlos Aparício Clemente, coordenador do Espaço da Cidadania.

A realidade apontada pelo Censo será confrontada com os dados apresentados em outras bases de dados divulgados pela RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) do Ministério do Trabalho.

O encontro terá como palestrantes: Marta Almeida Gil, Consultora de Inclusão e colaboradora do Programa Incluir do Senai São Paulo; José Carlos do Carmo (Kal), Auditor Fiscal do Trabalho, Coordenador do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência da SRTE/SP; Alexandre Guerra, Economista e Coordenador do Observatório do Trabalho de Osasco e Região; Luis Ribeiro da costa e Daniel T. Ribeiro, da Coordenação de Pesquisas Sindicais do DIEESE; Carlos Aparício Clemente, Coordenador do Espaço da Cidadania e Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e região.

Além da análise das informações, os participantes irão conhecer detalhes da Instrução Normativa nº 98/ 2012, que orienta nova sistemática na fiscalização da Lei de Cotas.

No encontro participarão pessoas com deficiências, entidades especializadas, educadores, sindicatos, empresas e representantes de órgãos públicos, originários de várias cidades paulistas.

Na abertura já confirmaram presença o Superintende Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, José Roberto de Melo; Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Paulo Baldan; a Presidente do DIEESE, Zenaide Honório; entre outros convidados.
Serviço: V Encontro Anual do Espaço da Cidadania
Data:
quinta-feira, 22
Horário: 8h30 às 13h
Local: auditório do DIEESE – r. Aurora, 957 – centro

Fonte: Espaço da Cidadania
22/11/2012

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Quase metade dos municípios não tem acessibilidade na sede da prefeitura

O IBGE constatou que 42,6% dos prédios onde funcionam as administrações municipais não oferecem acessibilidade

da Redação

As pessoas com deficiência física vão encontrar dificuldades de acessibilidade em quase a metade das prefeituras do país. Pesquisa de Informações Básicas Municipais – Perfil dos Municípios, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou que 42,6% dos prédios onde funcionam as administrações municipais não oferecem acessibilidade.

Eles não têm rampas de acesso; equipamentos para deslocamento vertical; sanitário acessível; piso tátil; elevadores com braile e sonorização; telefone público e mobiliário adaptado; pessoal capacitado para atendimento aos deficientes; área especial para embarque e desembarque; sinalização de atendimento prioritário; admissão de cão guia e rampa externa. Apenas uma pequena parcela (3,8% do total) apresentava seis ou mais dos 13 itens citados nos questionários da pesquisa.

O arquiteto do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), Ricardo Moraes, disse que a Constituição Federal de 1988 determina a garantia do direito de ir e vir do cidadão brasileiro, o que “tem a ver com a política urbana e os direitos humanos”. Segundo o arquiteto, não existe um órgão especifico de controle e fiscalização da acessibilidade, e a sua implantação é um dever do Estado, em todos os níveis de poder. Ele declarou ainda que todo órgão público tem a obrigação de promover ações de acessibilidade em suas instalações.

“Já avançamos bastante, muitas municípios já reconhecem um grande contingente de pessoas com deficiência na nossa população. Como as cidades brasileiras já estão construídas, é preciso um programa de adaptação, de eliminação das barreiras, de sinalização, de mudança de paradigmas para permitir o livre acesso, autonomia, independência da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, o que favorece a todos nós”, ressaltou.

A prefeitura é responsável pela centralização de diversos serviços, e seus equipamentos e edificações devem ser inclusivos, permitindo o acesso da população ao seu espaço físico de forma facilitada. A pesquisa constatou que a falta de itens de acessibilidade não era acompanhada por um atendimento especializado, já que somente 316 municípios declararam ter pessoas capacitadas para atendimento ao deficiente.

De acordo com o IBGE, 97 municípios tinham legislação que permitia a entrada de cão-guia em espaços públicos fechados. Apenas 290 prefeituras (5,2%) liberavam o acesso a pessoas acompanhadas de cão-guia, apesar do disposto na Lei nº 11.126/2005 que determina o direito do deficiente visual de ingressar e permanecer em espaços de uso coletivo acompanhado de um cão-guia.

Segundo a gerente da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Vânia Pacheco, “nós ainda temos, mesmo nas grandes cidades, que estão um pouco mais preocupadas com isso [a questão da acessibilidade], uma problemas muito grande, como as calçadas esburacadas, a falta de rampa e de sinal especializado”, declarou a gerente.

Fonte: Agência Brasil
Rio de Janeiro, 22/11/2012

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Ser Diferente é Normal 2012 premia pessoas e organizações que lutam pela inclusão

O evento aconteceu no Espaço Ribalta, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro e contou com a presença da cantora Preta Gil, madrinha da campanha.

da Redação

Música, sorrisos e muita animação. A noite de terça-feira, 13/11, foi especial para todos os parceiros e colaboradores do Instituto Meta Social. A organização, criada há 19 anos por Helena Werneck, promoveu a nona edição do Ser Diferente É Normal. O evento, que aconteceu no Espaço Ribalta, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, contou com a presença da cantora Preta Gil.

Helena abriu a programação agradecendo a todos os parceiros. A arquiteta ressaltou que uma das frentes de trabalho do Meta Social é fortalecer as parcerias e trabalhar em conjunto com outras instituições que também lutam por uma sociedade mais justa e inclusiva. Ela citou e agradeceu parceiros como o Movimento Down, as Organizações Globo e a agência Giovanni + Draftfcb.

Preta, madrinha da campanha junto com seu pai, o cantor Gilberto Gil, se disse muito emocionada em participar do evento. ‘’Eu estou muito feliz de participar dessa noite, pois eu sou contra qualquer tipo de preconceito. É uma honra ser madrinha dessa campanha”. A cantora também disse ter se divertido muito na gravação do clipe. “Aprendi muito com a Paulinha, aprendi a dançar e até a cantar. Ela me corrigia quando eu cantava errado alguma parte da letra”.

Paulinha, ou Paula Werneck, filha da criadora do Meta Social e uma das estrelas da campanha, também estava emocionada. “Eu estou muito feliz de estar aqui hoje no Ser diferente é normal com vocês e com a minha Pretinha’’, disse a jovem de 25 anos, também integrante do Movimento Down, arrancando aplausos da plateia.

A noite, que celebrou os resultados alcançados no último ano na luta por uma sociedade mais justa e homenageou colaboradores e profissionais que se destacaram na promoção da inclusão, foi encerrada pela Escola de Samba Embaixadores da Alegria. A escola, composta por pessoas com diversos tipos de deficiência, fez uma apresentação da música Ser diferente é Normal.

Confira abaixo a lista de todos os homenageados:

Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro

Ronald Ázaro – secretário de Turismo

Novos projetos e estudos voltados para melhora da acessibilidade nas áreas turísticas

Sebrae/RJ

Dr. Jésus Mendes Costa – presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RJ

Dr. Cesar Vasques – Diretor Superintendente do Sebrae/RJ

Sebrae/RJ – Empresa parceira no estudo e desenvolvimento de empreendedorismo com jovens e adultos com deficiência.

Ribalta

Pasquale Mauro – presidente do Grupo Ribalta

Empresa parceira e apoadora das ações da campanha “Ser Diferente é Normal”

Agência de propaganda Giovanni + Draftfcb, Rio de Janeiro

Gustavo Oliveira – Vice-presidente de Operações

A agencia Giovanni é parceria do instituto MetaSocial desde 2000 e criou todos os projetos e mídias da campanha Ser Diferente é Normal, criada por Cristina Amorin e Adilson Xavier, ex- presidente da agência.

Rede Globo – CGCOM

Luis Erlanger – diretor da Central Globo de Comunicação

Jornalista, executivo responsável pelas estratégias de comunicação institucional e temas de responsabilidade social da Rede Globo. A Globo apoia a campanha Ser Diferente é Normal através de veiculações nacionais e internacionais desde 1996.

Compositores – música ” Ser Diferente é Normal”

Adilson Xavier – publicitário, escritor, ex-presidente da agência Giovanni e criador da campanha Ser Diferente é Normal.

Vinicius Castro – cantor e compositor com músicas em diversos repertórios de cantores, criador do projeto som na sala.

Comitê Paraolímpico Brasileiro

Andrew Parsons – presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro

Chefiou diversas delegações brasileiras em campeonatos abertos, parapan-americanos, mundiais e jogos paraolímpicos. Recebeu prêmio do comitê internacional pelo fiar play demonstrado durante os jogos de Atenas-2004.

Secretaria-geral da Presidência da República

Dra. Lais de Figueiredo Lopes – assessora especial da secretária da presidência da república

Advogada mestrada em direito , ex-integrante do Conade, participa das comissões dos direitos das pessoas com deficiência e dos direitos do terceiro setor, participou das sessões do comitê da ONU que elaborou a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência.

SNPD – Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência

José Antonio Ferreira – sec. Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Vem do movimento social das pessoas com deficiência, foi gestor de políticas públicas, é vice-presidente do Condade.

Programa senado inclusivo

Monica Freitas – pres. do Programa de Acessibilidade e Valorização da Pessoa com Deficiência do Senado Federal – Senado Inclusivo

É um programa de inclusão social do senado federal de informação, serviços e adaptação dos espaços públicos e privados acessíveis às pessoas com deficiência.

Politicas Públicas – ações

Senador Lindbergh Farias – programa Viver sem Limites do Governo Federal

Deputado federal Romário – programas de atendimento das pessoas com deficiência

Vereador Tio Carlos – ações juntos as crianças e apoiador da campanha Ser Diferente é Normal

Educação – escola Carolina Patrício

Professora Noemi Simões – Diretora geral da escola Carolina Patrício

Com sua metodologia de ensino diferenciada e equipe gabaritada, a escola foi uma das primeira do Rio de Janeiro a acreditar no potencial educacional das pessoas com síndrome de Down.

RjDown – grupo virtual de apoio às famílias

Patricia Almeida – fundadora do grupo RJDown

Jornalista, ativista dos direitos das pessoas com deficiência, criadora e moderadora dos grupos de discussão na internet, DFDown e RJDown. Participou no processo de ratificação da Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e coordenou os esforços para a instituição do Dia Internacional da Síndrome de Down em 193 paises da ONU.

Grupo HappyDown e associação das voluntárias do hospital infantil Darcy Vargas/SP

Andrea Barbi , Audrey Bósio – coordenam o grupo de pais HappyDown, que produz a cada ano um belo calendário com renda revertida para a associação da voluntárias do hospital.

Jane Lopes e Ermida Wagner- representantes da Associação das Voluntárias do hospital infantil Darcy Vargas/SP.

Rubens Emirick – coordenador grupo Teatro Novo

O grupo Teatro Novo é formavo em grande parte por jovens com síndrome de Down. Desenvolve uma oficina de teatro e espetáculos para estimular uma nova consciência a respeito da sindrome de Down.

Preta Gil – Madrinha da campanha Ser Diferente é Normal.

Fonte: Movimento Down
21/11/2012

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